19/4/08
QUEM É MINHA CRUZ?

“Tome sua cruz e siga-me”. Marcos 8:34
Por muito tempo tive idéia que minha cruz seria algo difícil para lidar:
Minha vida instável sem emprego, minha pobreza, minha condição de precisar morar por anos com a sogra, minha bicicletinha e meu fusca velho.
Certa vez arrumei um problemão quando disse à minha esposa que ela era minha cruz e que a levaria até o final, para por uma coroa trocar. Ela arrumou minhas malas e me pediu que fosse embora porque não era necessária outra cruz, uma vez que Jesus já fez sacrifício e levou a Cruz por nós. Precisei repensar.
Esse dilema sobre o que é nossa cruz tem sido motivo de muita confabulação entre nós.
Nossa cruz não é ninguém mais do que nós mesmos. Minha cruz sou eu mesmo. Nossa cruz é a nossa necessidade de sermos paparicados e servidos. Ja acordamos cedo pensando e planejando como seremos tratados durante todo dia.
Se alguém quiser vir após mim NEGUE-SE a si mesmo. Não consigo ver nada mais desafiador do que isso: Negue-se = Ignorar-se, tirar a visão de si mesmo e dos seus interesses. Esquecer e abster-se de si próprio.
Jesus morreu para que eu pudesse ser livre de mim mesmo. Esse é o maior livramento que podemos ter.
Ele morreu por todos para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, somente para agradar-se, mas para gastar suas vidas agradando a Cristo, aquEle que por eles morreu e ressuscitou. II Cor 5:15
Hoje quero passar o dia estudando em como servir melhor as pessoas. Quero realizar por elas tudo que gostaria que elas fizessem por mim.
Concluímos: Se minha cruz sou eu e somos uma só carne, então Sou sua cruz e você é a minha.
Nos ajude Senhor. Salve nosso lar!! Salve nossa Igreja!!
criado por lcproducoes01
7:11 — Arquivado em: 

Parabéns pela boa luz espiritual concedida. E lembre-se de Joel 2:28, “E acontecerá, depois, que derramarei o meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos velhos sonharão, e vossos jovens terão visões;”. Este tempo é agora. Vamos viver esta dádiva do Céu?
Comentário por marcelo do monte Seabra — 23 de junho de 2008 @ 13:54